domingo, 11 de setembro de 2011

PORQUE ESCOLHO IMPLANTES TIPOS CONE-MORSE


Hoje em dia,existem uma ampla variedade de marcas de implantes dentais disponíveis com os mais variados tipos de conecções protéticas o que para muitos pode ser muito bom para solucionar os problemas de quem utiliza esses tipos de implantes.
Os estudos mostram e acompanham a perda óssea ao redor dos implantes e esta acontece de forma acelerada com o tempo. Fatores sistemicos e externos exercem grande influencia na saúde dos tecidos, principalmente osso ao redor dos implante e aí que entra o desenho do implante e suas conecções influenciando nesta perda óssea.
Os implantes padrão Branemark( hexágonos externos), segundo a literatura, mostram e aceitam a perda óssea e progressiva de até 2mm(saucerização) nos primeiros 5 anos enquanto os implantes tipo Cone-Morse, segundo estudos por mais de 25 anos, mostram perda óssea média e estabilizada de 0,3mm nos mesmos 5 anos.
Os implantes Cone-Morse apresentam soluções para realizar próteses cimentadas ou parafusadas sem apresentar tantas infiltraões como nos Hexágonos e com menor índice de desroqueamaento.
Apresentam conceito plataform-switch favorecendo a saúde de todos os tecidos peri-implantares melhorando a longevidade do implante e a estabilidade protética.

Pensando em todas estas vantagens considero os implantes do tipo Cone-Morse a melhor opção quando avalio as expectativas dos meus pacientes e os resultados estáveis que eles oferecem.

sábado, 27 de agosto de 2011

DRA ROSANA: FRATURAS DENTÁRIAS

DRA ROSANA: FRATURAS DENTÁRIAS: As fraturas dentárias representam uma importante parcela dos denominados atendimentos de urgência na clínica odontológica. O traumatismo em...

FRATURAS DENTÁRIAS


As fraturas dentárias representam uma importante parcela dos denominados atendimentos de urgência na clínica odontológica.
O traumatismo em dentes anteriores permanentes representam também um problema para o paciente, seus acompanhantes e o cirurgião-dentista, que deve estar apto a solucioná-lo consciente de que a situação se reveste também de um trauma emocional.
A fratura dentária é um acidente que ocorre com certa frequência tanto nos dentes anteriores como nos posteriores e os pacientes normalmente procuram um serviço de pronto-atendimento.
O traumatismo bucodental é um sério problema de saúde que pode acarretar dor, perda de estética e de função, além de problemas psicológicos, tanto para adultos como para crianças.
As fraturas coronárias são variadas e motivadas principalmente por traumatismos durante a prática de esportes, acidentes automobilísticos ou violência, mas também podem estar associadas ao enfraquecimento da estrutura dentária em decorrência de cárie, múltiplas restaurações ou tratamento endodôntico.
A localização, a complexidade da fratura e o tempo decorrido entre o traumatismo e o primeiro atendimento odontológico são fatores que determinam a possibilidade de um prognóstico favorável, entretanto, quando o trauma não está associado à dor, ao sangramento, ao deslocamento ou à perda dentária, há certa demora por procura de atendimento especializado, podendo aumentar o risco de complicações posteriores como necrose pulpar, obliteração do canal radicular, reabsorção radicular, perda óssea e até perda total do elemento dentário7,8.
A conduta clínica e o tipo de tratamento vão depender da severidade da fratura e do dente acometido, além de fatores relacionados com exposição pulpar, tempo comprometimento radicular e, principalmente, com presença da dor. As condições gerais de saúde do paciente no momento do atendimento também são determinantes para a seleção do procedimento terapêutico como para o prognóstico.
Segundo Andreasen e Andreasen as injúrias traumáticas afetam principalmente crianças, sendo o seu pico de incidência dos 2 aos 4 anos e dos 8 aos 10 anos de idade, sendo a maior prevalência para o sexo masculino.
Considerando os demais dentes, os incisivos centrais superiores são aqueles que dominam a aparência física do paciente e, portanto, os responsáveis pela primeira impressão causada pelo indivíduo.





O comportamento de uma criança bem como seu desempenho escolar e, principalmente, sua estabilidade emocional pode ser afetada por fraturas ou manchas nos dentes anteriores.O aparecimento de novos esportes, alguns bastante violentos e o aumento de acidentes automobilísticos, têm gerado numerosos casos de fraturas nos dentes anteriores, principalmente em pessoas na faixa etária de 6 a 15 anos 12. Cerca de 87% dessas fraturas atinge no máximo dentina e os incisivos centrais superiores são os mais propensos ao traumatismo, provavelmente pela sua posição vulnerável e a inadequada proteção dos lábios.O restabelecimento da estética e função de um dente fraturado pode ser conseguido através de diversos tipos de restaurações e dentre eles, a colagem do fragmento dentário vem se destacando pelo seu caráter conservador.

terça-feira, 3 de maio de 2011

A língua e os dentes.

O abade de um mosteiro estava à beira da morte.




Um de seus monges, que lhe tinha grande devoção, sentado à beira de seu leito, questionava o mestre:



– "Não teria o senhor algum segredo de santidade e vida para me ensinar?



O abade, então, com dificuldade e sua costumeira sinceridade, abriu a boca e ordenou que o jovem monge olhasse lá dentro.



O monge achou que o abade estava variando.



“Coitado”, pensou, “deve estar surdo ou não compreende mais o sentido das palavras”.



Então, repetiu, falando alto e próximo ao ouvido do mestre:



– "Eu disse se o senhor não tem nenhum segredo de santidade e vida para me ensinar?"



– "Então, filho – respondeu o agonizante –, estou lhe pedindo para que olhe dentro de minha boca" – e abriu o bocão para o pobre monge.



– "O que você está vendo aí dentro, meu filho?"



– "Não vejo nada, mestre!"



– "Tem certeza, filho?"



– "Olhe com mais atenção, filho. Você não está vendo minha língua?"



– "Ah, sim, vejo sua língua..."



– "E o que mais?"



– "Não vejo mais nada."



– "Tem certeza? E os meus dentes, você consegue vê-los?"



“Coitado!”, pensou o monge..., “está mesmo delirando.”



– "Mestre, já faz muitos anos que o senhor não tem mais dentes..."



– "Então, filho, preste atenção neste ensinamento: a língua é feita de carne e músculos, aliás músculos muito frágeis.



Os dentes são estruturas mineralizadas, muito fortes, mas se acabam e caem primeiro, porque são duros.



A língua é mole e flexível. Ela aprende a se adaptar... mas é firme naquilo de que necessita.



Assim também, meu filho, a pessoa que tem o coração duro, diante dos problemas da vida, é a primeira a cair.



Aprenda a ser flexível diante de Deus.



Ele quer lhe dar um coração de carne, e não um coração de pedra, mineralizado como os dentes..."



Albert Einstein

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quinta-feira, 3 de março de 2011

A você que que vai beijar muito nesse carnaval veja quais as doenças mais facilmente transmitidas pelo beijo

Cárie: É causada por bactérias e é a mais comum das doenças odontológicas. Para prevenir, basta fazer a higienização adequada, com escovação dos dentes e limpeza com fio dental.

Gengivite: Trata-se da inflamação da gengiva que, quando não tratada, evolui para um quadro de periodontite. Gengivas vermelhas e sangrantes, raramente dolorosas, caracterizam o mal. “Cáries e doenças periodontais são causadas por bactérias, microorganismos transmitidos por um simples beijo na boca. Mas isso não significa que o contato seja capaz de provocar a instalação da doença”

Hepatite: Há risco de transmissão do tipo B da doença, caso haja lesões e feridas na mucosa bucal. O tipo A é transmitido por fezes e o tipo C, apenas por agulhas.

Herpes: o vírus pode ser transmitido mais facilmente na fase aguda, quando está em plena atividade e deixa a boca cheia de pequenas bolhas. “A herpes tipo 1 é caracterizada como labial e a tipo 2 como genital, mas com a prática do sexo oral, o vírus do tipo 1 pode causar a genital e vice-versa” , explica o médico infectologista, Paulo Olzon.

Candidíase: também conhecido como sapinho, caracteriza-se por áreas brancas na mucosa que, quando raspadas, deixam a região vermelha e sangrante.

Gonorréia: apresenta vermelhidão, ardência e prurido na mucosa. Raramente faz feridas mononucleose: popularmente chamada de doença do beijo, apresenta pequenas manchas vermelhas no céu-da-boca. Provoca o aumento do volume dos gânglios. Estes sinais costumam aparecer após um mês do contágio.

Sífilis: ela causa uma ferida indolor no lábio ou na língua e ínguas no pescoço. “A transmissão é considerada muito rara. Mesmo a sífilis genital só atinge pacientes indivíduos com vida sexual extremamente promíscua”

Alimentos Detergentes

Cinco porções de frutas, verduras e legumes por dia. É a quantidade de consumo sugerida pela Organização Mundial de Saúde numa alimentação balanceada. Ricos em vitaminas, esses alimentos agem como uma barreira no organismo na proteção contra várias doenças. Alguns não só cuidam da saúde como também ajudam a manter o sorriso saudável e perfeito. 

Maçã, pêra, melancia, kiwi… O que essas frutas têm em comum? Além do sabor delicioso, todas possuem substancias capazes de combater as cáries e de remover as placas bacterianas. Elas agem como detergentes que limpam os dentes durante a mastigação. 

“Essas características são baixo teor de açúcar, presença de água e presença de fibras, fibras consistentes que não se soltam facilmente durante a mastigação”, diz Magali Schilling, nutricionista. 

A cenoura, o pepino, a acelga e o aipo, além das nozes e castanhas, têm a mesma função. Entre os alimentos vilões estão aqueles ricos em carboidratos e açúcar. Eles fermentam na boca, ajudam formar ácidos, que causam a cárie. Mais um motivo para começar uma mudança de hábitos. 

“Precisamos diminuir o consumo de refrigerantes entre as refeições, aquele café adoçado de hora em hora, esse açúcar em qualquer suco também de frutas que esteja com açúcar, ele vai ter uma ação formadora de ácido e cariogênico, então”, explica. 

Não é só uma questão de estética: comer frutas, legumes e verduras ajuda no equilíbrio do corpo. Nada de pressa. Tudo começa com uma boa mastigação. 

“Isso evita problemas de gastrite, de úlcera, e o alimento bem digerido ele é bem absorvido e então ele permite que aquela substância que saiu do alimento entre na nossa corrente sanguínea, cumprindo com seu papel”, orienta. 

Mas o fato de dar preferência a esses alimentos, não significa que outros cuidados devem ser esquecidos. É bom lembrar: nada substitui a escovação. 

“É importante a escovação do dente, usando fio dental, a pasta com flúor e a escova porque a fruta começa a se decompor e aí os ácidos começam a se formar na cavidade bucal e aí pode haver a formação de cárie”, alerta André Nóbrega, dentista. 

Mas se a pessoa não tiver condições de escovar de jeito nenhum, comer um alimento deste tipo, como uma maçã ajuda. 

“Quebra um galho. É um efeito paliativo”, afirma o dentista.
Fonte: g1.globo.com

domingo, 27 de fevereiro de 2011

O QUE SÃO ENXERTOS ÓSSEOS?

Técnica é utilizada para reconstruir a área que perdeu altura ou espessura


Pessoas que perderam um ou mais dentes devido a acidentes ou extrações sempre pensam em reconstituir sua arcada dentária para poderem sorrir sem constrangimento. Para isso, o implante seria uma boa opção, mas em alguns casos, somente essa técnica não é suficiente.

Algumas pessoas, quando perdem os dentes, também sofrem com a atrofia, ou reabsorção óssea, os ossos da região ficam com menos espessura e altura e pode ocorrer o aumento do tamanho do seio maxilar, o que impede a colocação de implante. Além disso, as expressões ficam limitadas, a boca murcha e falta também pode ser alterada.

Nesses casos, o enxerto ósseo serve para permitir a realização do implante, devolvendo o volume perdido ao osso atrofiado. Para essa técnica, o dentista pode utilizar material ósseo do próprio paciente, retirado da boca, em reconstruções pequenas e de outros locais como o osso da bacia (ilíaco) ou da calota craniana (parietal) para grandes extensões.

Nas situações de enxertos menores, o procedimento pode ser feito no próprio consultório com o uso de anestesia local.

Também é possível utilizar enxertos retirados de animais – enógeno (osso liofilizado bovino - genox), de bancos de ossos (transplante ósseo) ou usar materiais vítreos sintéticos – bioss (alógeno) e precursor ósseo (hidroxiapatita sintética), entretanto, o mais indicado é o enxerto da própria pessoa (osso autógeno). O procedimento pode ser realizado em fragmentos ou em bloco.

Mas levando em consideração que enxertos autogenos provem de procedimentos invasivos para sua retirada, a opção mai viável é a do osso do banco de ossos.

Os enxertos ósseos são mais invasivos, já que são um suporte para o implante normal, mas, pessoas que perderam seus dentes há muitos anos ou que não conseguem utilizar a prótese dentária, por qualquer motivo, podem recorrer a essa técnica.